continuando o tema – inteligência relacional…

evoluindo nos estudos me deparo com um texto muito interessante que fala da evolução…  *1 – coeficiente de inteligência – medimos e avaliamos pessoas pelo QI e assim ficamos alguns bons e coloca bons anos atentos para a capacidade de raciocínio lógico/matemático, capacidade de interpretar, escrever das pessoas e assim a julgávamos…, mas evoluímos e surgi a tão querida *2 – inteligência emocional… afinal de conta precisamos cuidar do lado emocional dos gênios…, pois se eu sou o cara e o outro não entende é por que ele tem limitações… começa a se perceber pessoas soberbas e prepotentes que se algo fosse diferente da sua verdade já sabia que era mentira, mas não é bem assim… afinal falhas ocorrem com todos e saber ouvir cada dia foi ficando mais difícil… a vida está corrida e não tenho tempo para ouvir tanta bobagem…

Ao fazer isso, nos mantemos medíocres e imaturos em nossos relacionamentos. Medíocres, repetindo as mesmas histórias e padrões relacionais sem aprender com eles. Imaturos, com dificuldades de ter as conversações que precisamos ter. Essas duas coisas juntas nos fazem adiar decisões, evadir as pessoas, deixar embaixo do tapete conversações que ainda que difíceis dariam a oportunidade para as pessoas crescerem, expandirem sua capacidade relacional, ganhando maturidade e profundidade nos relacionamentos.” – Homero Reis

Começa a evolução que precisamos de uma nova inteligência aflorada/trabalhada, precisamos trazer as pessoas para o “mundo interrelacional”, aqui entra EU e VOCÊ – aprendizado, construção de relacionamento, trabalho em equipe, estimula relacionamentos efetivos, baseados em respeito, saber ouvir o próximo, aprender, ensinar, explorar as fases que o outro tem, permitir que ele se exponha sem medo, sem receio, que ele fale e seja ouvido, que possamos juntos construir o melhor para o projeto, trilhar meios para alcançar o melhor! Bingo! Surgi a *3 – inteligência relacional!

“A IR é aquela que vai balizar as nossas relações. É a maneira como somos e o que nos tornamos na presença do outro. O que este outro desperta em mim? O que de mim surge na presença dele? Quem sou eu quando estou com ele?

Somos muitos. Cada um de nós é na verdade vários. Você já percebeu quão diferente você é a depender de com quem, onde e quando você está?

Começamos a perceber que desenvolver a inteligência relacional tem a ver com ser capaz de responder essas perguntas e de, a partir dessas respostas, melhor se compreender nas relações e poder escolher uma forma de estar nelas de maneira mais autêntica, saudável e real.

A inteligência cognitiva trata dos assuntos da racionalidade, do pragmatismo; a inteligência emocional olha para o mundo interno, para a autocompreensão; a inteligência relacional olha para o que acontece entre Eu e Você na hora que começamos a nos relacionar, na hora que nos esbarramos, na hora que nos encontramos, na hora que discutimos, na hora que nos dizem algo que não queremos ouvir.

Nossa inteligência relacional, assim como a emocional, tem uma latência diferente da cognitiva para se desenvolver. Elas são mais melindrosas, precisam de mais tempo, de cuidado para conseguirem sustentar a mudança, precisamos trabalhar o corpo, para sustentar essa nova emocionalidade, essa nova forma de ser nas relações.

Somos seres relacionais! Nos constituímos nas relações uns com os outros. Nossa identidade se constitui na presença do outro. É na hora que nos encontramos que precisamos nos diferenciar, que precisamos saber quem somos, para não nos misturarmos com o outro. Nesse momento que a inteligência relacional se faz necessária. A inteligência relacional é a possibilidade de tirar nossas relações da transparência e nos fazer olhar para a forma como nos relacionamos com o desejo de aprender sobre nossas relações e, assim, poder escolher como queremos vive-las.

Dessa forma, deixamos de ser reféns de nós mesmos, de nosso passado, daquilo que aprendemos (sem sequer nos darmos conta) com nossos pais e outras referencias e começamos a nos tornar protagonistas da nossa própria história. Nosso passado nos constitui e precisamos honrá-lo e respeitá-lo, mas ele não precisa nos limitar. Entender isso é perceber que somos inteligentes e podemos aprender com nossas experiências para viver a novidade.

Inteligência relacional é a possibilidade de vivermos o Encontro: duas pessoas inteiras em liberdade de se escolherem mutuamente, seja no domínio pessoal, profissional, seja onde for, podemos escolher viver em liberdade.” – Homero Reis

Pessoal, a nossa vida precisa ser baseada em positividade, felicidade, precisamos estarmos de bem com nós mesmo para estarmos bem com os outros e assim construirmos um mundo melhor, deixar nosso legado, escrevermos nas páginas do nosso livro chamado VIDA boas histórias, bons atos, bons hábitos; sermos menos egoístas, ou melhor não sermos egoístas e sim sermos mais humanos para termos um mundo mais saudável e feliz.

Se permita aprender, se permita viver o novo! Vamos evoluir sem medos, preconceitos! Vamos evoluir JUNTOS! Juntos somos mais fortes! 😉

A mudança que tanto desejo começa comigo, com a minha forma de olhar e fazer!

Bjos e até o próximo post!

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