Simpatia, empatia e compaixão…

Sem títuloOlá pessoal!

Vocês sabem a diferença entre simpatia, empatia e compaixão?

Pesquisando no site – http://www.significados.com.br, temos:

Simpatia é um sentimento de afinidade que atrai e identifica as pessoas, é uma tendência instintiva que leva o indivíduo a estabelecer uma harmonia com o outro, permitindo a criação de laços de amizade.

Simpatia é a capacidade que as pessoas têm de participar das emoções alheias, podendo variar entre a mera aceitação e compreensão dos sentimentos do próximo e a completa identificação dos próprios estados emotivos com o do outro.

São sinônimos de simpatia: inclinação, afeição, afinidade, tendência e atração.

Simpatizar pode ser uma relação de atração ou inclinação que algo ou mesmo uma ideia exerce sobre alguém, ou seja, o ato de gostar de alguma coisa que despertou seu interesse.

Ter simpatia é ser amistoso, ser agradável, ser educado, é demonstrar gentileza e amabilidade para com o outro.”

Empatia significa a capacidade psicológica para sentir o que sentiria uma outra pessoa caso estivesse na mesma situação vivenciada por ela. Consiste em tentar compreender sentimentos e emoções, procurando experimentar de forma objetiva e racional o que sente outro indivíduo.

A empatia leva as pessoas a ajudarem umas às outras. Está intimamente ligada ao altruísmo – amor e interesse pelo próximo – e à capacidade de ajudar. Quando um indivíduo consegue sentir a dor ou o sofrimento do outro ao se colocar no seu lugar, desperta a vontade de ajudar e de agir seguindo princípios morais.

A capacidade de se colocar no lugar do outro, que se desenvolve através da empatia, ajuda a compreender melhor o comportamento em determinadas circunstâncias e a forma como o outro toma as decisões.

Ser empático é ter afinidades e se identificar com outra pessoa. É saber ouvir os outros, compreender os seus problemas e emoções. Quando alguém diz “houve uma empatia imediata entre nós”, isso significa que houve um grande envolvimento, uma identificação imediata. O contato com a outra pessoa gerou prazer, alegria e satisfação. Houve compatibilidade. Nesse contexto, a empatia pode ser considerada o oposto de antipatia.

Com origem no termo em grego empatheia, que significava “paixão”, a empatia pressupõe uma comunicação afetiva com outra pessoa e é um dos fundamentos da identificação e compreensão psicológica de outros indivíduos.

A empatia é diferente da simpatia, porque a simpatia é maioritariamente uma resposta intelectual, enquanto a empatia é uma fusão emotiva. Enquanto a simpatia indica uma vontade de estar na presença de outra pessoa e de agradá-la, a empatia faz brotar uma vontade de compreender e conhecer outra pessoa.

Na psicanálise, por exemplo, a empatia significa a capacidade de um terapeuta de se identificar com o seu paciente, havendo uma conexão afetiva e intuitiva.”

Lendo os significados tenho uma grande percepção que precisamos trabalhar a empatia para evoluirmos para a inteligência relacional que falei nos últimos posts. Vocês concordam? Como é difícil essa evolução, principalmente quando temos na mente que sempre tem alguém se aproveitando da nossa empatia, que tem alguém nos fazendo de bobos, oportunistas nos atacam! Concordam que o mundo ainda pensa muito assim? E quantas vezes nosso vizinho só olha para o próprio umbigo, só quer o melhor para ele? Quantas vezes pensamos assim ou ouvimos alguém falando assim?

Esses pensamentos existem em todos nós, podemos até nos envergonhar de assumir, mas existem mesmo com o pensamento de defesa – que é natural do ser humano, da nossa formação, da nossa cultura, afinal de contas quantas vocês ouvimos que precisamos nos defender? Quantas vezes? Fica esperto (a) menino (a)!

Eu vejo que a evolução para alcançarmos a inteligência relacional será uma estrada delicada e longa, até pela dificuldade que temos de olharmos para nós mesmos e assumirmos determinados sentimentos, atos; imagina se tivermos de nos colocarmos no lugar do outro e com um “olhar puro”, um olhar sem crenças…

Essa evolução será linda quando conseguirmos ter as percepções! Ansiosa por ver os primeiros casos, primeiros estudos! O Caminhar junto é tão mais produtivo, o trabalho em equipe, as somas de olhares, de percepções, de especializações (o melhor de cada um)… Lindo de se ver e de viver!

Estou pensando nos sentimentos que preciso trabalhar que são tão fortes no meu anterior… verdade, justiça, lealdade, ética… como achar o equilíbrio entre estes sentimentos pelo meu ponto de vista e pelo do outro? Será que o meu é o certo e o outro é errado ou será que temos variantes a serem estudas, observadas e acima de qualquer coisa e para começar respeitadas! Tudo na vida deve se começar com respeito, e este acho que é o primeiro ponto a ser trabalhado…

“Compaixão é um sentimento típico dos seres humanos e que se caracteriza pela piedade e empatia em relação à tristeza alheia. A compaixão desperta a vontade de ajudar o próximo a superar os seus problemas, consolando e dando suporte emocional.

Uma pessoa que tem compaixão ao próximo é aquela que consegue compreender o estado emocional alheio e ter dó de sua condição, desejando que esta consiga superar ou aliviar o seu sofrimento. Por exemplo, se alguém sente tristeza por presenciar a miséria ou infelicidade de outro indivíduo, esta empatia pode ser entendida como compaixão.

Diferentemente do simples sentimento de empatia, a compaixão se foca no desejo da pessoa de aliviar o sofrimento da outra pessoa. Neste casos, por exemplo, são comuns os atos altruístas.

A compaixão é descrita como um sentimento essencial para a manutenção da paz na humanidade, sendo descrita como a base para diversas doutrinas e crenças religiosas, como o budismo, o catolicismo, o espiritismo, entre outras.

Alguns dos principais sinônimos de compaixão são: pena; compaixão; dó; misericórdia; compadecimento; comiseração; condolência; pêsame; pesar; lástima; sensibilidade; miseração e clemência.”

No planeta precisamos de muita compaixão, no mundo corporativo precisamos evoluir para empatia e na vida precisamos de seres mais simpáticos. 😉

Precisamos entender e aceitar que somos humanos e estamos sempre em evolução, em construção, nos permitir, aceitar e apoiar mais.

Vamos juntos para a evolução!!!

Bjos e até o próximo post!

Sou Grata! 😉

 

 

 

continuando o tema – inteligência relacional…

evoluindo nos estudos me deparo com um texto muito interessante que fala da evolução…  *1 – coeficiente de inteligência – medimos e avaliamos pessoas pelo QI e assim ficamos alguns bons e coloca bons anos atentos para a capacidade de raciocínio lógico/matemático, capacidade de interpretar, escrever das pessoas e assim a julgávamos…, mas evoluímos e surgi a tão querida *2 – inteligência emocional… afinal de conta precisamos cuidar do lado emocional dos gênios…, pois se eu sou o cara e o outro não entende é por que ele tem limitações… começa a se perceber pessoas soberbas e prepotentes que se algo fosse diferente da sua verdade já sabia que era mentira, mas não é bem assim… afinal falhas ocorrem com todos e saber ouvir cada dia foi ficando mais difícil… a vida está corrida e não tenho tempo para ouvir tanta bobagem…

Ao fazer isso, nos mantemos medíocres e imaturos em nossos relacionamentos. Medíocres, repetindo as mesmas histórias e padrões relacionais sem aprender com eles. Imaturos, com dificuldades de ter as conversações que precisamos ter. Essas duas coisas juntas nos fazem adiar decisões, evadir as pessoas, deixar embaixo do tapete conversações que ainda que difíceis dariam a oportunidade para as pessoas crescerem, expandirem sua capacidade relacional, ganhando maturidade e profundidade nos relacionamentos.” – Homero Reis

Começa a evolução que precisamos de uma nova inteligência aflorada/trabalhada, precisamos trazer as pessoas para o “mundo interrelacional”, aqui entra EU e VOCÊ – aprendizado, construção de relacionamento, trabalho em equipe, estimula relacionamentos efetivos, baseados em respeito, saber ouvir o próximo, aprender, ensinar, explorar as fases que o outro tem, permitir que ele se exponha sem medo, sem receio, que ele fale e seja ouvido, que possamos juntos construir o melhor para o projeto, trilhar meios para alcançar o melhor! Bingo! Surgi a *3 – inteligência relacional!

“A IR é aquela que vai balizar as nossas relações. É a maneira como somos e o que nos tornamos na presença do outro. O que este outro desperta em mim? O que de mim surge na presença dele? Quem sou eu quando estou com ele?

Somos muitos. Cada um de nós é na verdade vários. Você já percebeu quão diferente você é a depender de com quem, onde e quando você está?

Começamos a perceber que desenvolver a inteligência relacional tem a ver com ser capaz de responder essas perguntas e de, a partir dessas respostas, melhor se compreender nas relações e poder escolher uma forma de estar nelas de maneira mais autêntica, saudável e real.

A inteligência cognitiva trata dos assuntos da racionalidade, do pragmatismo; a inteligência emocional olha para o mundo interno, para a autocompreensão; a inteligência relacional olha para o que acontece entre Eu e Você na hora que começamos a nos relacionar, na hora que nos esbarramos, na hora que nos encontramos, na hora que discutimos, na hora que nos dizem algo que não queremos ouvir.

Nossa inteligência relacional, assim como a emocional, tem uma latência diferente da cognitiva para se desenvolver. Elas são mais melindrosas, precisam de mais tempo, de cuidado para conseguirem sustentar a mudança, precisamos trabalhar o corpo, para sustentar essa nova emocionalidade, essa nova forma de ser nas relações.

Somos seres relacionais! Nos constituímos nas relações uns com os outros. Nossa identidade se constitui na presença do outro. É na hora que nos encontramos que precisamos nos diferenciar, que precisamos saber quem somos, para não nos misturarmos com o outro. Nesse momento que a inteligência relacional se faz necessária. A inteligência relacional é a possibilidade de tirar nossas relações da transparência e nos fazer olhar para a forma como nos relacionamos com o desejo de aprender sobre nossas relações e, assim, poder escolher como queremos vive-las.

Dessa forma, deixamos de ser reféns de nós mesmos, de nosso passado, daquilo que aprendemos (sem sequer nos darmos conta) com nossos pais e outras referencias e começamos a nos tornar protagonistas da nossa própria história. Nosso passado nos constitui e precisamos honrá-lo e respeitá-lo, mas ele não precisa nos limitar. Entender isso é perceber que somos inteligentes e podemos aprender com nossas experiências para viver a novidade.

Inteligência relacional é a possibilidade de vivermos o Encontro: duas pessoas inteiras em liberdade de se escolherem mutuamente, seja no domínio pessoal, profissional, seja onde for, podemos escolher viver em liberdade.” – Homero Reis

Pessoal, a nossa vida precisa ser baseada em positividade, felicidade, precisamos estarmos de bem com nós mesmo para estarmos bem com os outros e assim construirmos um mundo melhor, deixar nosso legado, escrevermos nas páginas do nosso livro chamado VIDA boas histórias, bons atos, bons hábitos; sermos menos egoístas, ou melhor não sermos egoístas e sim sermos mais humanos para termos um mundo mais saudável e feliz.

Se permita aprender, se permita viver o novo! Vamos evoluir sem medos, preconceitos! Vamos evoluir JUNTOS! Juntos somos mais fortes! 😉

A mudança que tanto desejo começa comigo, com a minha forma de olhar e fazer!

Bjos e até o próximo post!

Inteligência Relacional…

Olá Pessoal!

Eu hoje quero escrever sobre um tema que está me consumindo… estou apaixonada… algo que sempre sonhei ter como pulverizado… afinal de conta eu tenho o blog que fala de conhecimento do eu… certo?

E ai o que será essa tal de inteligência relacional que foi o tema da capa da revista Você S/A deste mês inclusive; que fez e está fazendo vários profissionais de RH, Coaches pararem para ler – inclusive eu!?

Segundo a capa da revista: “a habilidade de mobilizar pessoas e recursos em prol de um objetivo comum potencializando a criatividade, a inovação e a geração de resultados acima da média… a competência mais revolucionária desde a descoberta da inteligência emocional.”

Vocês concordam que para atingir a inteligência relacional eu tenho de me relacionar com as pessoas? Que devo construir um relacionamento saudável e maduro? Vocês acham isso fácil no momento que vivemos de tanta individualidade, competição, brigas por egos? Concordam que sempre esperamos do outro para termos um bom relacionamento, sempre o outro que não ajuda, que não faz o que eu esperava, o que combinamos? Será que combinamos exatamente assim, ou será que eu combinei algo que não foi exatamente como pensei, quantas vezes construímos relacionamentos sem respeito, por tolerância, com manipulação, por ciúmes, etc?

Como eu vou me relacionar bem com o outro se eu não me relaciono bem comigo mesmo, tenho tanta fragilidade, mania de perseguição, ciúmes, etc… Eu não erro! quantas vezes ouvimos isso do nosso subconsciente? Quantas vezes?

E agora? Como é doloroso olhar para dentro? Dói ver que sou frágil, que cometo erros, que tenho limitações, que não domino o mundo, que não sou o sabichão que eu imaginava? Como é cruel, e sempre vai ser dolorido quando eu não quero me ver, me autoconhecer, conhecer o meu eu, o meu verdadeiro eu; conhecer que tenho limitações, fragilidades, imperfeições.

Ops! Vamos mudar de assunto que eu quero falar do que eu sou bom, para somar com o seu melhor??? Nada disso! Eu preciso, você precisa evoluir para ter relacionamentos saudáveis, maduros, duradouros e que me façam e te façam crescer em todos os ângulos na vida – pessoal ou profissional, você sabia que muitos casamentos terminam por falta de respeito? Por brigas que indicam os pontos de imperfeição do outro? Afinal de contas o errado é sempre o outro e não eu!

Parem e reflitam quantas vezes a sua imperfeição te sabotou e fez você perder algo valioso – como por exemplo o seu par que era tão perfeito, uma promoção que você tanto batalhou e sonhou, uma premiação, etc… quantas vezes você andou se sabotando por não querer trabalhar suas imperfeições, ou até mesmo se autoconhecer?

Pessoal é impossível vivermos sozinhos, sempre vamos precisar nos relacionar seja na vida pessoal ou profissional, e não seria tão melhor se estes relacionamentos fossem baseados em respeito, confiança, liberdade, compreensão, amor? Mas… para isso precisamos nos aceitar, nos compreender, conhecer a nossa essência… afinal de contas as grandes mudanças devem começar por nós mesmos, de dentro para fora, de como estamos vendo, sentindo e passando as coisas….

Construir um ambiente agradável depende de termos pessoas positivas, felizes, realizadas, bem resolvidas, autoconfiantes…

Esse tema tem tanto para explorar…. vamos continuar em novos posts breve, breve… 😉

Até!

beijos e vamos nos permitir nos conhecermos, conhecermos nossas limitações, nossas fragilidades, olhar para dentro, para a essência do meu EU! ADORO!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Moda – como você se veste influencia na sua carreira?!…

Olá pessoal!

Quanto tempo! Tirei uns dias de férias… fui colocar consultas em dia, curtir família, viajar um pouquinho…, mas já estou de volta com milhares de atividades para colocar em dia…

Bom, vamos ao tema escolhido para o post de hoje?

Será que a sua forma de se vestir influencia na sua carreira? Será que suas escolhas influencia na credibilidade que você passa? Será?!?! Será?!?!

Eu venho estudando bastante sobre isso, estudei tanto que contratei o curso da querida Fernanda Fuscaldo que falei no post passado, lembram? Falei do meu teste de cores… Paleta de Cores!

Bom, depois que me matriculei no curso (on line!) – mulheres bem vestidas e que recebi varias técnicas para compor looks que passam empoderamento, confiança, credibilidade, segurança, auto-segurança, etc… posso garantir que é incrível o efeito de retorno que percebemos.

Olhem o post abaixo no blog da minha super coach/consultora – http://www.fernandafuscaldo.com.br/como-se-vestir-para-uma-reuniao-de-negocios/

“Lembre-se que a imagem é formada não só pela aparência, mas também pela consistência de comportamentos e atitudes. Por isso, pontualidade, saber como se comportar, se apresentar e cumprimentar os demais, é parte importante da imagem!” (Fernanda Fuscaldo) 😉

Curiosa como funciona o curso online que contratei? Abaixo o resumo dele…

“Conheça de forma prática e factível, técnicas e ferramentas para tornar seu vestir mais autentico e coerente com quem você é.

O Curso mais completo e definitivo de Estilo Pessoal para Mulheres Reais. Primeiro curso on line nesta área, com uma metologia inovadora, criada por Fernanda Fuscaldo. Ele ensina mulheres reais a serem suas próprias personal stylist.

O resultado é o empoderamento completo e definitivo de sua imagem, liberdade no vestir, menos consumo e mais autoestima!”

Pessoal, para quem conhece um pouco da minha historia, sabe que tenho uma essência familiar ligada a moda, costura, confecção, etc… assim sempre fui apaixonada por… Com o desafio de conhecer mais e mais o meu eu… trabalhar este para ter/manter o equilíbrio emocional, e depois com a formação de coach e aprimoramentos, novos estudos para que possa ajudar ao próximo a aflorar e potencializar alta performance; reconhecimento e trabalho para execução da minha missão… e após ter a Fe como consultora agregando técnica para compor looks; resolvi investir nos meus looks diários para mostrar como podemos estar super de bem com nosso corpo, cabelo, forma de se vestir, sem paranoia de ser como as famosas blogueiras que são magérrimas, se vestem com marcas caríssimas, e sempre estão em super produções (cabelo, make, etc!) e vivenciando quem somos, pessoas reais, mulheres que trabalham, administram o lar, filhos, maridos, etc… e assim venho passando um pouco do aprendizado com dicas de looks reais, possíveis, acessíveis, factíveis, e que sempre priorizam conforto e estilo (no meu caso a identidade do meu estilo) – as publicações ocorrem no meu instagram (@luciana_tsr) quase que diariamente.

Bom é isso por hoje… espero que tenham gostado…

Beijos e até o próximo post!

 

 

Paleta de cores

Olá Pessoal!!!

Hoje vou contar um pouquinho sobre a minha mais nova descoberta…. minha paleta de cores; fiz o teste com a super coach Fernanda Fuscaldo (www.mulheresbemvestidas.com.br) e descobri/confirmamos (a Fê já tinha indicado) que sou outono puro – foto abaixo da minha paleta:

Resultado de imagem para paleta de cores outono puro

Incrível como as cores falam da minha personalidade, da minha essência, da mensagem que transmito…. assim lógico que despertou a minha curiosidade e fui buscar novas informações sobre o tema e vou compartilhar com vocês um pouquinho do que consegui descobri até o momento….

  • O site abaixo fala do significado das cores no círculo cromático. “Muito Estilo! O significado das cores nas roupas e como usa-las a seu favor.”

http://followthecolours.com.br/style-freak/significado-cores-nas-roupas/

  • O próximo tem uma “pegada” mais técnica sobre o assunto cores… “Todo mundo já passou por uma situação em que alguém lhe disse “nossa, como você esta bem com essa cor!”. Pois bem, para cada tipo de pele existem cores certas para nos valorizar.”

http://stylissima.com.br/blog/analise-pessoal-de-cores-2/

  • E no posto da vida organizada tem a experiência dela que é bem parecida com a minha e ainda com a paleta igual. 😉

http://vidaorganizada.com/2015/08/19/eu-fiz-analise-de-cores-em-consultoria-de-estilo/

No próximo post vou contar um pouco dos meus motivos para estar investindo neste tema, porque estou tão dedicada ao assunto e até compartilhando meus looks no IG – @luciana_tsr.

Bjos amoras e amores e até o próximo post!

 

 

mais um post sobre empoderamento…

eu continuo estudando… refletindo sobre o tema…

“OS ESTEREÓTIPOS DAS LÍDERES PODEROSAS

Existem alguns artigos que exploram o estereótipo da mulher no poder enquanto no ambiente de trabalho – talvez você já tenha sido exposta a alguns. Recentemente, a Debora Albu escreveu sobre mulheres na política para a Capitolina. No texto, a Debora diz: “Às mulheres é dito ‘Seja direta, objetiva, durona. Não seja emotiva, sensível, suave.’ Para serem respeitadas, muitas mulheres se colocam nesse lugar e seguem esse comportamento, o qual é atribuído ‘naturalmente’ aos homens, apesar de não ser natural que ajam assim.”

Historicamente, quando líderes mulheres agem de qualquer forma que não seja a esperada do estereótipo feminino, elas são criticadas ou repreendidas.

Como é que ela dá conta de fazer tudo?

Mulheres ainda são associadas a maternidade e domesticidade. Quantas entrevistas com profissionais poderosas você leu que perguntam: como você dá conta de ter esse emprego e cuidar da casa? Como se a criação de uma criança dependesse apenas da mãe e de sua constante presença na vida dos filhos! Tem mulher que o parceiro ou parceira fica em casa. Tem mulher que tem a ajuda de avós, tias e babás. Tem mulher que simplesmente escolhe não ter filhos. É um absurdo pensar que a capacidade de uma mulher seria limitada porque ela é mãe. É um absurdo atraso pensar que a carreira de uma mulher seria terminada pela maternidade. É um absurdo também viver em um país que limita a carreira de uma mulher por não oferecer leis que abraçam a maternidade, mas ainda possibilitam o crescimento profissional.

Homens não são questionados sobre a habilidade de ser pai e manter uma posição de poder, então por que mulheres deveriam ser?

Fulana chorona, chata e mandona.

Quando não consideram uma mulher poderosa durona, atacam os momentos sensíveis dela. Esperam que a líder não demonstre emoções como se fosse algo que diminui a capacidade de liderança da pessoa no poder. Sensibilidade não é um sinal de fraqueza!

Outro clássico dos estereótipos de mulheres no poder é a fama de chata e mandona. Mas todo líder vai dar ordens, independente do gênero. Talvez a imagem da mulher poderosa chata venha daqueles que se incomodam por serem mandados por mulheres. A maneira com que uma mulher lidera pode ser diferente da forma como um homem lidera simplesmente porque existem vários tipos de líderes no poder.

Ser líder não é apenas para mulheres em posições de poder

Talvez você pense: o que tudo isso tem a ver comigo? Posições de poder e liderança são para todas as mulheres, e todas – desde aquelas que já são superpoderosas até as poderosas-em-treinamento – tiveram que superar a negatividade que vem com os estereótipos anexados com pessoas em posições de poder. Mas todas nós somos capazes de assumir liderança: dos pequenos aos grandes projetos, independente do gênero.”

Fonte: http://www.revistacapitolina.com.br/os-estereotipos-das-lideres-poderosas/

Bjo e até o próximo post….

Gratidão ao infinito! 😉

e continuando sobre empoderamento…

Amoras e amores, mas um post sobre empoderamento…. estudando, refletindo sobre…

“GANHANDO PODER SOBRE NOSSOS CORPOS

Apesar da palavra empoderamento estar sendo usada bastante nesses últimos tempos, vocês sabem exatamente o que ela significa e o que é empoderar-se de alguma coisa?

Segundo a Wikipédia, no verbete sobre empowerment – ou empoderamento, em português:

Empoderamento social é frequentemente ligado a membros de grupos que por um processo discriminatório foram excluídos do processo de tomadas de decisões, por exemplo, discrimação baseada em incapacidade, raça, etnia, religião ou gênero. Empoderamento como uma metodologia é fortemente associado ao feminismo.

Ou seja, empoderamento vem de uma ideia muito simples: uma pessoa socialmente oprimida que toma para si, através de alguma atitude qualquer, poder sobre algo que nunca teve.

Um ótimo exemplo para discutir tudo isso é a relação das mulheres com seus corpos e também a relação das pessoas com a figura feminina. É impressionante, mas em pleno 2015, mulheres ainda não têm pleno direito sobre seus próprios corpos.

Isso acontece de tantas formas que poderíamos passar o resto do texto fazendo uma lista de situações em que nós mulheres temos nossos direitos negados ou questionados. Mas com relação à nossa aparência, esse pleno direito é tirado de nós de maneiras muitas vezes bastante sutis: toda vez que alguém faz algum comentário sobre nossa aparência, ou quando recebemos olhares esquisitos por estarmos com pernas peludas ou usando batom azul com glitter, ou mostrando pele “demais”, ou quando recebemos cantadas completamente aleatórias e ofensivas de estranhos ou pessoas conhecidas.

Essas opiniões sobre nossa aparência em quase todos os casos vêm de maneiras não solicitadas. O homem que te falou grosseria na rua no outro dia, falou porque acha que a opinião dele, que nunca foi perguntada, vale alguma coisa. Fala porque acha que tem o direito de validar ou não a sua aparência.

Isso significa que as pessoas acreditam de fato que é de interesse delas como você é ou como você se veste, que seu corpo precisa de alguma maneira agradá-las ou não ofendê-las e que é direito delas transmitir seus julgamentos para você. De forma geral, mulheres vivem situações assim quase todos os dias de suas vidas, mulheres são constantemente reguladas. Você já deve ter visto matérias na internet ou em revistas criticando o corpo de mulheres famosas, dizendo o quão eles eram ou não corpos para irem à praia, o quão eram perfeitos ou não. Como se curtir a praia não fosse um direito de todos e que ninguém tem nada a ver com a vida do outro.

Então, quando mulheres fazem alguma coisa com seus próprios corpos que fazem senti-las ótimas e em pleno poder sobre elas mesmas, isso é o que chamamos empoderamento. Apropriar um corpo que tanta gente acha que tem direito de regular é em si um ato de empoderamento.

De uma maneira mais prática, podemos usar o exemplo daquelas meninas que deixaram de depilar as axilas. Nós, mulheres e meninas crescemos sabendo que não devemos ter pelos, que eles não são femininos e são desagradáveis. O empoderar-se do seu próprio corpo é quando paramos para questionar certos padrões e normas.

Eu me depilo porque eu quero ou porque me disseram a vida toda que eu deveria fazê-lo? Eu realmente me importo em não estar depilada? Eu gosto de me depilar? Por que os homens podem e são celebrados por ostentarem pelos?

Ao se fazer essas perguntas ou perguntas parecidas podemos chegar a diversas respostas. Algumas meninas deixam de depilar as axilas, podemos chamar esse feito de empoderar-se do seu próprio corpo, elas estão tomando a decisão por elas mesmas. Mas aquelas que também passam por esses questionamentos e decidem continuar a se depilar, também passam por esse processo de empoderamento. Esse questionar, refletir e tomar a decisão por si mesmo, colocar nosso corpo segundo nossas regras é empoderar-se!

Tudo isso para resumir que: se alguém está tentando determinar que se depilar (ou não) é se empoderar ou que se maquiar (ou não) é se empoderar, essa pessoa está também te regulando. Em suma, o que te empodera só você mesma pode dizer, porque diz respeito a um sentimento muito pessoal de apropriar-se de algo que é tirado de você. Não se depilar ou não se maquiar e se sentir plenamente bem com isso é um grito de liberdade. Criticar os padrões de beleza que exigem que mulheres sempre se depilem e se maquiem “direito”, por exemplo, é sempre essencial se quisermos um mundo mas livre, mas criticar as mulheres que fazem essas coisas, não. O mais importante é como as mulheres se sentem, e elas podem e devem fazer qualquer coisa que fará com que se sintam donas de si”

Fonte: http://www.revistacapitolina.com.br/ganhando-poder-sobre-nossos-corpos/

Eu quero receber opiniões sobre empoderamento…. o que vocês acham?

Bjos e até o próximo post!

Gratidão ao Universo!

😉

Empoderamento….

 

Olá Pessoal!!!!

Hoje falamos tanto do empoderamento…. palavrinha que está super na moda…., mas será que todos sabem o que realmente significa?

Será que todas as mulheres buscam da mesma forma o empoderamento?

Abaixo compartilho um texto muito interessante para refletirmos….

“O que é o empoderamento?”

“Quando eu escolhi escrever essa pauta, não imaginava que seria tão difícil desenvolvê-la. Ora, estou aqui com a minha janelinha do Word aberta e a palavra “empoderamento” está com aquele risquinho vermelho embaixo, porque o programa não conhece essa palavra. E ela é estranha mesmo, não é usada há tanto tempo assim, e, talvez por isso mesmo, seja difícil sua definição.

Ficando somente na superfície da palavra, empoderar-se é o ato de tomar poder sobre si. De fato pode significar isso, mas também pode ir muito além, principalmente no que diz respeito à parte do “sobre si”.

Podemos entender o empoderamento como um processo pelo qual nos entendemos como parte de um grupo maior, que vai além de nós, além do individual. Não parece mega bonito? E é mesmo. Por isso, tem tudo a ver com a sororidade e a representatividade de que já falamos aqui na revista!

A sensação de empoderamento é possível em vários grupos e núcleos e, aqui, como vamos tratar da luta feminista, vamos focar no empoderamento feminino e não-binário (pessoas não binárias são aquelas que não se identificam nem com o gênero masculino nem com o feminino. Essas pessoas fazem parte da luta do feminismo também! Você pode ler mais sobre nesse blog), apesar de que a maioria das coisas se aplica a diversas outras formas de empoderamento. Quando percebemos que somos parte de uma realidade maior, enfrentada apenas por mulheres, meninas e pessoas não-binárias, isso é empoderador, é quando nos reconhecemos como semelhantes. É quando percebemos que não somos inimigas, mas, sim, que somos pessoas que vivem uma mesma opressão que pode ser muito dolorosa (principalmente porque muitas pessoas não são apenas oprimidas pelo machismo, mas também pela transfobia, racismo, homofobia, bifobia, etc.), e que, em união, podemos ser mais do que individualmente. Opressão é o que acontece quando um grupo que é dominante na sociedade se impõe sobre um grupo que não é o dominante.

É uma sensação realmente muito boa e animadora sentir que se nos unirmos conseguimos muito mais conquistas do que se continuarmos a nos ver como o mundo quer que nos vejamos: como concorrentes. Não! Quando nos empoderamos, sabemos que juntas podemos ser pessoas tão mais fortes!

No processo de empoderamento – assim como em todos os outros momentos! –, é necessário, também, entender que nem todas as pessoas têm realidades iguais às nossas: se somos pessoas brancas, heterossexuais ou cisgêneras (ou seja, se ao nascermos já fomos entendidas como mulheres e continuamos a nos entender dessa forma), é muito necessário que a gente entenda que a opressão que sofremos sempre será mais branda do que aquela sofrida por pessoas negrasnão heterossexuais ou trans. Por isso, não será empoderamento se nos sentirmos no direito de oprimir outras pessoas do mesmo grupo de que fazemos parte, viu?

O que eu quero dizer com tudo isso é: o empoderamento sempre será coletivo. É dar espaço ao outro, principalmente quando o outro tem uma vivência diferente da sua. É apoiar as outras mulheres e pessoas não-binárias em suas escolhas, ouvi-las e lutar tanto por elas quanto por si mesma. Não é lutar apenas por liberdade dentro da sua própria realidade, mas perceber tanto a si como parte do grupo, que a luta da outra pessoa, que está inserida em uma realidade diferente da sua, acaba se tornando tão importante quanto a sua luta individual, dando sempre o devido espaço para que cada um, com suas vivências, possa protagonizar essa luta. É como se o individual se tornasse insuficiente para o que queremos conquistar. Não é simplesmente eu me sentir livre para fazer algo no meu universo pessoal (apesar de ser também), porque isso por si só não fará nada pelas outras pessoas que sofrem a mesma opressão que eu, principalmente se a realidade delas for mais opressiva do que a minha: é lutar para que todas as mulheres e pessoas não-binárias possam ser livres do sistema opressivo e machista em todos os sentidos, levando em conta as diferenças de suas realidades. É perceber que realidades diferentes precisam de cuidados diferentes e se atentar para eles. Empoderamento é a sensação de que podemos e devemos lutar por todos aqueles que fazem parte desse grupo. É nos sentirmos pessoas mais poderosas por estarmos lado a lado!

Para que possamos lutar contra a desigualdade de gênero que existe ainda no mundo machista em que vivemos, precisamos nos unir. Não tem como estarmos em união se estivermos em guerra entre nós e se ainda tivermos vergonha de ser mulheres e pessoas não-binárias. Ser mulher é incrível, ser pessoa não-binária também. Nós somos incríveis! Estamos empoderadas quando temos orgulho de ser pessoas semelhantes umas às outras, temos orgulho de nos mostrarmos inteiramente, de corpo e alma, como parte desse grupo. Temos que nos perceber como agentes da luta contra essa desigualdade e nos perceber como pessoas semelhantes para que possamos lutar juntas, até que todas estejamos completamente livres.”

Fonte: http://www.revistacapitolina.com.br/o-que-e-empoderamento/

Bjos e até o próximo post,

Gratidão ao Universo! 😉

 

 

 

Marmiteira! 😉

Olá pessoal!

Outra super mudança de hábito nestes ultimos tempos foi que aderi a marmita, trago comida, frutas, salada de frutas…. 

Estou me sentido mais disposta, menos inchada, a pele, cabelo tb estão reagindo muito melhor.

Vamos ser sinceros que nada substitui um tempero caseiro, comida feita com amor, concordam? 

Gratidão infinita a minha fada do lar e a Dr Ana Paula Santos!!!! 😉

Alimentação saudável sempre!!! Se cuidem, se alimentem com qualidade!!! O corpo agradece e a alma florece!!!

Bjos meus amores e até o próximo post! 

novidades… muitas novidades…

Olá pessoal!!!

Estou até com vergonha do tempo que estou sem passar por aqui, mas foi por uma boa causa…. Estudos! 😉

Nestes últimos tempos tenho estudado muito, tenho focado em novos projetos e estou amando….. vou contar rapidamente para vocês e depois farei post especifico sobre os temas, ok?

A primeira novidade é que me matriculei no curso da Fernanda Fuscaldo – http://www.fernandafuscaldo.com.br, e hoje faço parte do grupo MBV – Mulheres bem vestidas. Meu principal objetivo era controlar consumo, fazer mais com as peças que possuo, criar empoderamento, ter um visual que transmitisse a informação que tanto desejava, mas sem perder modernidade, estilo e a minha identidade. E pessoal a Fe é maravilhosa…

” Ela acredita que cada mulher é única e beleza real é ser quem você é! Te ajuda a se libertar de padrões e regras no vestir para ser bem vestidas, bonita de verdade na vida real! “

Com o curso estou literalmente saindo da caixinha, tanto que estou postando no Instagram meus looks diários, está aflorando por aqui meu lado feminino, deixando timidez de lado e desabrochando a mulher Luciana; as postagens de looks possuem um objetivo; busco ajudar muitas mulheres a encontrarem esta oportunidade de se sentirem femininas, buscarem se cuidar, se arrumarem para todos os momentos de sua vida, sem altos gastos, sem rótulos de roupas caras, marcas caríssimas, modismo, necessidade de um corpo “perfeito”, etc. O mais importante é o autoconhecimento, estarmos felizes e realizadas como mulheres, mães, profissionais, ou seja, sermos quem somos em todos os nossos momentos; elevar autoestima e ser feliz!

Outro curso que estou fazendo é de auto maquiagem e também está na mesma diretriz de objetivos; este será dividido em 5 aulas; faço 1 aula por semana para absorver o conteúdo. Fiz a 1ª aula na semana passada, e estou colocando em pratica diariamente para aperfeiçoar. 😉

Outros cursos, e desafios são mais específicos da profissional de finanças; mas que estão agregando muita novidade também ao meu EU.

Beijo pessoal e até a próxima!